sexta-feira, 1 de abril de 2011

Educação e o sistema penitenciário

Como ontem estava falando sobre liberdade achei que seria bom aproveitar o assunto e deixar mais uma pequena parte do documentário "Waiting for Superman". Nesta parte encontra-se uma comparação entre os custos de educacionais e do sistema penitenciário (é mais barato mandar alguém para a escola).

quarta-feira, 30 de março de 2011

[Especial] Document Freedom Day

Hoje gostaria de divulgar o Document Freeedom Day que está sendo "comemorado" hoje e convidar todos a adotar a suite LibreOffice (para os que não sabem o LibreOffice é um ramificação do OpenOffice gerida por uma fundação, The Document Foundation) como sua suite de escritório e o formato ODF como padrão.
Dentre os vários motivos para utilizar o LibreOffice e o formato ODF posso citar:

  1. Formato elaborado por um comitê internacional.
  2. Formato padronizado de acordo com normas nacionais (ABNT) e internacionais.
  3. Documentação a respeito do formato disponível a todos os interessados.
  4. Grande comunidade de desenvolvedores envolvidos com a evolução do formato.
  5. Interesse de manutenção de compatibilidade de versões antigas com as mais recentes.
Aproveitando a oportunidade gostaria também de incentivar todos a utilizarem softwares abertos.
No momento, meus grandes desafios são:

  • Conseguir fazer meus pais utilizarem alguma distribuição do Linux em conjunto com o LibreOffice. (Ainda não acredito que eles compraram a última versão do Microsoft Office.)
  • Conseguir fazer meu tio utilizar mais softwares abertos (o tempo que ele gasta procurando Keygen ou Crack de software proprietário daria para aprender a utilizar os softwares abertos correspondentes).
  • (Este último é o mais impossível dos três.) Minha mãe gosta de receber as atualizações do grupo Sintonia Elevada que sempre contem como anexo uma apresentação no formato pps (Power Point). Esse grupo deveria passar a utilizar HTML5 principalmente para poderem aumentar o número de leitores de suas atualizações.

terça-feira, 29 de março de 2011

Voar

O homem sempre teve um imenso desejo de poder voar.
Os primeiros relatos sobre algum objeto que fosse capaz de voar, pelo menos em projeto, são atribuidos a Leonardo da Vinci.
Já a invenção do avião é atribuida ao brasileiro Alberto Santos Dumont (que rivaliza o título com os Irmãos Wright, Orville Wright e Wilbur Wright).
Na época da Guerra Fria o governo dos Estados Unidos desenvolveu uma tecnologia para diminuir a visibilidade de aviões por radares e a mesma encontra-se presente no F-117 Nighthawk e no B-2 Spirit.
Mas o que queria divulgar hoje foi o desenvolvimento do SmartBird pela empresa alemã Festo.
Embora o SmartBird não tem muitas aplicações práticas hoje o conhecimento adquirido com a sua criação abre novas portas para a aviação. Abaixo um dos vídeos divulgados pela Festo.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Musashi

Hoje gostaria de compartilhar um trecho da obra "Musashi" de Eiji Yoshikawa publicada originalmente como folhetin no Asahi Shimbun a partir do ano de 1935. A tradução para o português possui os direitos reservado a Editora Estação Liberdade e as seguintes informações sobre a obra foram retiradas daqui:

Este romance épico baseado diretamente na história japonesa narra um período da vida do mais famoso samurai do Japão, que viveu presumivelmente entre 1584 e 1645. (...)
Eiji Yoshikawa dividiu sua obra em sete livros: A Terra, A Água, O Fogo, O Vento, O Céu, As Duas Forças e A Harmonia Final. Destes, os cinco primeiros são uma referência ao gorin, os cinco elementos básicos de que se compõe, segundo o Budismo, toda e qualquer matéria, ou ainda os ciclos por que passa o espírito humano para alcançar a perfeição, começando pela terra impura até atingir o estágio mais alto, o céu, ou segundo a concepção budista, a paz do nada, o nirvana.
Yoshikawa compõe portanto ao longo dessa longa obra uma magistral metáfora dos duros estágios por que tem de passar um guerreiro para alcançar a perfeição técnica que lhe permite lutar com uma espada em cada mão. De garoto selvagem e sanguinário, Musashi transforma-se aos poucos em guerreiro equilibrado, um espírito evoluído capaz de entender e amar tanto a esgrima quanto as artes, tornando-se assim o maior e mais sábio dos samurais.
Musashi é a obra literária mais vendida da história do Japão — mais de 120 milhões de exemplares em suas diversas edições, além de inúmeras versões cinematográficas ou televisivas. Seus principais personagens passaram a integrar o cotidiano, e a obra tornou-se livro de cabeceira e guia da arte de viver para gerações de japoneses.
Vamos agora a passagem que gostaria de compartilhar, antes um breve resumo do enredo no qual a passagem ocorre. 
Musashi estava em uma de suas várias andanças pelo Japão e tinha parado em uma hospedaria para pernoitar e pediu uma porção de macarrão sarraceno a uma funcionária do estabelecimento. Nesta ocasião ele faz a seguinte reflexão.
"Quando alguém queria comer um prato de macarrão sarraceno, tinha de semear o trigo na primavera, contemplar a floração durante todo o verão, colher o fruto no fim do outono e moer o trigo nas frias noites de inverno para enfim fazer o macarrão. Nas cidades, porém, bastava bater palmas e encomendá-lo: pouco mais de uma hora depois, o macarrão era servido."

domingo, 27 de março de 2011

A retidão

Até o momento melhor forma que conheço de definir "retidão" é pela seguinte história que circula na internet.
Gandhi certa vez foi procurado por uma mãe que levou o filhinho consigo, e lhe pediu: 
- Gandhi, este menino come muito açúcar. Já tentei de tudo e não consigo que ele pare com isso. Como ele gosta muito de você, com certeza irá obedecê-lo. Por favor, peça para que ele pare de comer açúcar! 
Gandhi pediu àquela mãe que voltasse uns 15 dias depois. 
Tempo decorrido a mãe o procura novamente e Gandhi olha o menino com bastante atenção e diz: 
- Pare de comer açúcar! 
O menino baixou a cabeça, mas fez sinal de que iria obedecê-lo. A mãe não entedeu nada daquilo e perguntou, super intrigada: 
- Gandhi, por que você não falou isso há 15 dias atrás? 
- É que há 15 dias atrás eu também comia açúcar!
 É possível encontrar esta história (em inglês) na seguinte página do Gandhi Memorial Center (Washington, D.D.): http://www.gandhimemorialcenter.org/for_children