domingo, 2 de setembro de 2012

Firefox OS (Boot to Gecko, b2g) no Ubuntu 12.04 64-bits

Para que não sabe a Mozilla está desenvolvendo um sistema operacional para celulares/smartphone que deve se chamar Firefox OS (o projeto foi iniciado com o nome Boot to Gecko). [1,2]

O Firefox OS já está em estado bastante avançado, i.e., já é possível testá-lo no desktop e também em alguns smartphones. [3]

Estive tentando testá-lo na minha máquina (rodando o Ubuntu 12.04 64-bits) e tive várias dificuldades pois o código não foi portado para 64-bits. A seguir descrevos os passos a serem seguidos para conseguir testar o Firefox OS:

  1. Instalar os seguintes pacotes (recomenda-se utilizar o aptitude):
    1. autoconf-2.13
    2. git
    3. ccache
    4. gcc/g++, and you will need g++ multilibs
    5. bison
    6. flex
    7. 32-bit ncurses (libncurses5-dev on Ubuntu/Debian and lib32ncurses5-dev on Ubuntu/Debian x64)
    8. 32-bit zlib (ia32-libs and lib32z1-dev on Ubuntu/Debian)
    9. foo
    10. make
    11. curl
    12. bzip2
    13. lib32stdc++6
  2. Baixar a última versão do b2g disponível em http://ftp.mozilla.org/pub/mozilla.org/b2g/nightly/latest-mozilla-central/.
  3. Extrair o conteúdo do arquivo baixado para ~/b2g.
  4. Clonar a interface gaia:
    git clone git://github.com/mozilla-b2g/gaia ~/gaia
  5. Compilar a inferface gaia:
    make -C ~/gaia profile
  6. Rodar o Firefox OS:
    ~/b2g/b2g -profile ~/gaia/profile

Após seguir os passos acima é provável que você obtenha os seguintes erros:

/usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so: wrong ELF class: ELFCLASS64

(b2g:17283): Gtk-WARNING **: Failed to load type module: /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so

/usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so: wrong ELF class: ELFCLASS64

(b2g:17283): Gtk-WARNING **: Failed to load type module: /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so

/usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so: wrong ELF class: ELFCLASS64

(b2g:17283): Gtk-WARNING **: Failed to load type module: /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so

/usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so: wrong ELF class: ELFCLASS64

(b2g:17283): Gtk-WARNING **: Failed to load type module: /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so

/usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so: wrong ELF class: ELFCLASS64

(b2g:17283): Gtk-WARNING **: Failed to load type module: /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/menuproxies/libappmenu.so
e se depare com a janela ilustrada abaixo devido ao erro com o Gtk.

Estou procurando descobrir como resolver o problema com o Gtk e assim que o fizer atualizo as informações.

[1] http://www.mozilla.org/en-US/b2g/
[2] https://wiki.mozilla.org/B2G/FAQ
[3] https://developer.mozilla.org/en-US/docs/Mozilla/Firefox_OS?redirectlocale=en-US&redirectslug=Mozilla%2FBoot_to_Gecko

quinta-feira, 8 de março de 2012

A educação matemática

Hoje queria apenas deixar registrado e compartilhar com todos a apresentação de meu colega Wanderson Silva no TEDXECC sobre "A educação matemática".
Wanderson, parabéns pela ótima palestra.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Política de privacidades do Google

Inspirado pelo título do livro tema dos posts anteriores gostaria de chamar a atenção para a política de privacidades do Google que sofreu alteração na semana retrasada.
Um ótimo artigo que trata de algumas alternativas ao Google encontra-se disponível em http://espacoliberdade.blog.br/blog/web/privacidade-estamos-prontos-para-abandonar-o-google/

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Freedom's Battle - Parte 03/03

A seguir compartilho a terceira e última parte de "Freedom's Battle" de Mohandas K. Gandhi que me chamou a atenção.
I have suggested yet another difficulty--to withdraw our children from the Government schools and to ask collegiate students to withdraw from the College and to empty Government aided schools. How could I do otherwise? I want to gauge the national sentiment. I want to know whether the Mahomodans feel deeply. If they feel deeply they will understand in the twinkling of an eye, that it is not right for them to receive schooling from a Government in which they have lost all faith; and which they do not trust at all. How can I, if I do not want to help this Government, receive any help from that Government. I think that the schools and colleges are factories for making clerks and Government servants. I would not help this great factory for manufacturing clerks and servants if I want to withdraw co-operation from that Government. Look at it from any point of view you like. It is not possible for you to send your children to the schools and still believe in the doctrine of non-co-operation.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Freedom's Battle - Parte 02/03

A seguir compartilho a segunda parte de "Freedom's Battle" de Mohandas K. Gandhi que me chamou a atenção.
Do people become enemies because they change their religion? Is the God of the Mahomedan different form the God of the Hindu? Religions are different roads coverging to the same point. What does it matter that we take different roads, so long as we reach the same goal?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Freedom's Battle - Parte 01/03

Já a algum tempo lí "An Autobiography or The Story of my Experiments with Truth" de Mohandas K. Gandhi e mais recentemente estive lendo "Freedom's Battle" também do senhor Gandhi.
Durante minha leitura de "Freedom's Battle" três passagens me chamaram a atenção. A primeira compartilho a seguir e as demais nos próximos dias.
India cannot cease to be one nation because people belonging to different religions live in it. The introduction of foreigners does not necessarily destroy the nation, they merge in it. A country is one nation only when such a condition obtains in it. That country must have a faculty for assimilation. India has ever been such country. In reality, there are as many religions as there are individuals, but those who are conscious of the spirit of nationality do not interfere with one another's religion. If they do, they are not fit to be considered a nation. If the Hindus believe that India should be peopled only by Hindus, ehty are living in dreamland. The Hindus, the Mahomedans, the Parsees and the Christians who have made India their country are fellow contrymen, and they will have to live in unity if only for their own interest. In no part of the world are one nationality and one religion synonymous terms: nor has it ever been so in India.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A Lógica do Capital-Informação

Um livro que li nas férias foi "A Lógica do Capital-Informação" de Marcos Dantas. (Um longo resumo foi escrito por Matheus Gonçalves de Castro e encontra-se disponível em http://nuccufrgs.wordpress.com/2011/07/13/ficha-de-leitura-do-livro-a-logica-do-capital-informacao-de-marcos-dantas/.)
Com essa leitura é possível entender a atual situação do Brasil no que se refere a infra-estrutura de telecuminicações.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Médicos cometem erros

Na semana passada eu assisti a maravilhosa apresentação de Brian Goldman para o TED intitulada "Doctors make mistakes: can we talk about that?" ("Médicos cometem erros: podemos falar sobre isso?", em tradução livre).
Em sua apresentação Brian aborda a grande dificuldade que os médicos possuem em comunicar com seus colegas de trabalho os erros que cometeram. Acredito que não só os médicos possuem essa dificuldade mas muitos outros profissionais.
A apresentação encontra-se abaixo e também pode ser visualizada em http://www.ted.com/talks/brian_goldman_doctors_make_mistakes_can_we_talk_about_that.html (com legenda em português).
Aproveito a oportunidade para parabenizar mais uma vez meu irmão pelo ingresso no curso de medicina.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Publicações Científicas: A Primavera Acadêmica

Li no blog de Fernando Nogueira da Costa o artigo intitulado "Publicações Científicas: A Primavera Acadêmica". A seguir encontra-se cópia do mesmo.
Recebi mensagem do meu ex-aluno Aparecido. “Ao ler esta matéria http://www.economist.com/node/21545974 nao pude deixar de lembrar quando professor comentava sobre as dificuldades em se publicar artigos ou livros. Acho muito oportuno a ideia que segue no artigo, bem como a disponibilizacao de seu livro no Blog.”
Dá satisfação a qualquer professor os ex-alunos demonstrarem que algumas ideias foram bem assimiladas.
O boicote que acadêmicos estão começando a fazer a certas editoras comerciais é sintomática de conflito mais amplo existente entre os acadêmicos e seus editores. Este conflito está sendo posto em relevo acentuado pelo aumento das publicações online. Acadêmicos, que vivem em cultura que valoriza a livre e fácil circulação de informações, e que publicam e arbitram textos, emitindo pareceres, tudo gratuitamente, têm sido companheiros desconfortáveis para editoras comerciais. Estas querem maximizar os lucros com a cobrança pelo acesso a essa informação. Elas controlam muitas (embora não todas) das mais prestigiadas revistas científicas. Nos EUA, fazem lobby contra a disseminação gratuita de trabalhos científicos.
Para muitos, é surpreendente até que as coisas tomaram tanto tempo para ferver. Acadêmicos foram os primeiros a adotar a internet com todas as possibilidades de sair do controle de editores, publicando fora do circuito restrito que eles oferecem. Tem sido feito, de fato, tentativas de criar alternativas para a publicação comercial e a acadêmica monopolizada por determinadas correntes de pensamento.
Mas apesar do entusiasmo com essas publicações paralelas, há razões para continuar ainda a predominância dos editores tradicionais. Publicações on line, embora sujeita a comentários pós-publicação impiedosos, não são formalmente revisados antes de serem publicados. A sua qualidade é, em consequência, bastante irregular. Algumas dependem, em parte, de doações, mas outras também cobram taxas para publicação que podem atingir até 2.900 dólares por texto. Estes devem ser pagos pelos autores, sendo gasto significativo para os Departamentos que precisam de dinheiro da Universidade. Há também preconceito persistente contra publicação exclusivamente eletrônica. As alternativas postadas na web muitas vezes parecem ser menos respeitáveis do que os seus equivalentes publicados em papel derivado de derrubada de árvores.
Isso é ponto importante, porque os Departamentos de Universidades (e seus pesquisadores individuais) são avaliados tanto pelo número de artigos que publicam quanto pela reputação das revistas em que esses textos aparecem. Os jovens pesquisadores, dos quais se pode esperar abraçar novas formas de fazer as coisas, no entanto, aceitam a “regra do jogo”, buscando publicar em revistas de renome existentes, pois eles querem o reconhecimento e a promoção. Essa definição de “respeitável” sofre mudança muito lentamente, então os editores de revistas com melhor reputação (no Brasil a “reputação” é imposta pelo Qualis) podem escolher à vontade o que e quem pode publicar.
Editoras comerciais começam a experimentar, timidamente, conceder o livre acesso a idéias, tais como buscar novos autores para publicação ao invés de apenas leitores. Mas se o boicote acadêmico à ditadura dos editores continuar a crescer, as coisas podem tornar-se mais urgente. Afinal de contas, os editores precisam mais de acadêmicos do que acadêmicos precisam de editores. Muitas vezes, líderes parecem ser invulneráveis até que de repente caem. Cuidado, então, com a Primavera Acadêmica!

PETROBRAS sob nova direção

Aqueles que tem acompanhado os jornais nos últimos dias já sabem que a PETROBRAS mudou de direção.
A nova presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, foi empossada nesta segunda-feira. Graça Foster, como gosta de ser chamada, sucederá José Sergio Gabrielli, que esteve à frente da empresa por seis anos.
Ela disse estar preparada para o desafio e garantiu que sua gestão é de continuidade. Graça Foster destacou que irá trabalhar para cumprir as metas e prazos e dedicará atenção especial à exploração do pré-sal, à ampliação do parque de refino, à construção de plantas de fertilizantes e ao aumento da participação da empresa no setor de etanol. (Fonte: FOLHA)
Essa mudança me fez lembrar de um dos extras presentes no documentário "SICKO" (ver vídeo abaixo).
Gostaria de destacar é a passagem que inicia aos 3:52 do vídeo acima que apresenta uma entrevista com Hynrik Syse, filósofo contratado pelo governo da Noruega para cuidar dos recursos oriundos da exploração de petróleo.
Uma breve bibliografia de Hynrik Syse encontra-se disponível na Wikipedia Norueguesa: http://no.wikipedia.org/wiki/Henrik_Syse. Referente ao seu trabalho destacado no vídeo temos no artigo da Wikipedia:
Syse foi chefe do grupo de propriedade do Norges Bank Investment Management (NBIM) de 2005 até 2007. Este grupo trabalha com o uso do Fundo de Petróleo de direitos dos acionistas. A tarefa de Syse era de trabalhar com a integração de considerações éticas nas atribuições do grupo que pertencia. Ele foi de janeiro a junho de 2008, assessor sênior do grupo de proprietários, e ele continuou como consultor para o grupo sobre questões relacionadas com as questões sociais, incluindo o trabalho infantil, até o verão de 2009. (Adaptado a partir da tradução http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=no&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fno.wikipedia.org%2Fwiki%2FHenrik_Syse)

sábado, 21 de janeiro de 2012

The Joneses

Um ótimo filme que assisti esta semana foi "The Joneses" (2009) que no Brasil foi lançado com o título "Amor por Contrato".
A sinopse do filme é
Os Jones formam uma família aparentemente perfeita. Tanto Steve (David Duchovny) e sua esposa Kate (Demi Moore) quanto seus filhos Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard) são bonitos, populares e confiantes. Além disto, a casa dos Jones é luxuosa e repleta de aparelhos de ponta. A situação provoca a inveja dos vizinhos, especialmente em Larry (Gary Cole) e Summer Symonds (Glenne Headly). Só que este é exatamente o desejo que os Jones querem causar. Eles não formam uma família de fato e são, na verdade, funcionários da empresa LifeImage. Os Jones são a mais nova estratégia de marketing da empresa, que resolveu inserir famílias em mercados de luxo de forma a dar vida aos seus produtos. Ou seja, dar visibilidade de forma que as pessoas que convivam com esta família desejem ter estes produtos. Tudo corre bem para os Jones, até que um dia KC (Lauren Hutton), supervisora da LifeImage, resolve visitá-los. KC alerta que Steve não está indo bem em sua função e o estimula a pôr em prática seu instinto de vencedor. Para tanto Steve decide focar em Larry, que o idolatra e está disposto a ganhar muito dinheiro para ser igual a ele. (Fonte: AdoroCinema)
O trailer do filme pode ser conferido abaixo e encontra-se disponível em http://www.telona.org/amor-por-contrato-bdrip-xvid-dual-audio-rmvb-dublado/.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Eu Lembro

Eu Lembro é um outro projeto desenvolvido pela Webcitizen, mesma desenvolvedora do VOTENAWEB, que procura ser uma fonte de informação sobre os cadadidatos da eleição passada.
O projeto ainda encontra-se em fase beta e deve testacar o seguinte aviso encontrado no site do projeto:
Todo o conteúdo aqui apresentado é disponibilizado por banco de dados de terceiros, agregado aqui por mecanismos automatizados de pesquisa, que utiliza o nome de urna do candidato para filtrar as informações das fontes externas. Pode haver homonímias. Ressaltamos que site Eu Lembro não tem qualquer vínculo com o conteúdo aqui apresentado e pede que seja alertado em caso de conteúdos inadequados ou ofensivos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

VOTENAWEB

Assistindo as apresentações do TEDX São Paulo, ocorrido em 2009, encontrei um projeto maravilhoso denominado VOTENAWEB que não foi muito divulgado.
Esse projeto consiste em uma aplicação web que possibilita qualquer cidadão com acesso a rede mundial de computadores manifestar sua opinião sobre qualquer projeto de lei da esfera federal.
Uma descrição do projeto foi feita no TEDX São Paulo por Fernando Barreto e encontra-se disponível em http://www.tedxsaopaulo.com.br/fernando-barreto/. O mesmo vídeo encontra-se a seguir.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Sociedade da Informação - Parte 03/03

Como dito no post anterior:
Estive lendo a obra "The Information Society as Post-Industrial Society" de Yoneji Masuda na sua versão portuguesa "A Sociedade da Informação como Sociedade Pós-Industrial" traduzida por Kival Chaves Weber e Angela Melim.
A terceira e última parte trata da questão de privacidade na sociedade de informação e encontra-se disponível em https://docs.google.com/open?id=0B7Jaz2j9AIcWMGQ1YTgyYWItOGEzOS00ZjExLWI2OTItODI0Mjc4NDFlOWM0.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A Sociedade da Informação - Parte 02/03

Como dito no post anterior:
Estive lendo a obra "The Information Society as Post-Industrial Society" de Yoneji Masuda na sua versão portuguesa "A Sociedade da Informação como Sociedade Pós-Industrial" traduzida por Kival Chaves Weber e Angela Melim.
A segunda parte trata de uma nova forma de democracia denominada de democracia participativa que difere da democracia atual, democracia parlamentar, pela ausência de intermediários no processo democrático, e.g., vereadores, deputados, senadores.
Essa parte encontra-se disponível em https://docs.google.com/open?id=0B7Jaz2j9AIcWMjczYTAzMDEtNTYwZC00OWMxLThiZjEtNGI0NTVmYjA4YmU4.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Sociedade da Informação - Parte 01/03

Estive lendo a obra "The Information Society as Post-Industrial Society" de Yoneji Masuda na sua versão portuguesa "A Sociedade da Informação como Sociedade Pós-Industrial" traduzida por Kival Chaves Weber e Angela Melim.
A obra, embora técnica, é interessante e bastante atual.
Três partes me chamaram bastante a atenção e compartilho a primeira delas nest post e as outras nos próximos posts.
A primeira parte trata da produção de informação e das unidades produtoras, estando disponível em https://docs.google.com/open?id=0B7Jaz2j9AIcWMTIxZjE3MWQtNGQyZS00YjA4LWI0NDYtZDg1NDNmOWIyZjJm, destacando-se a Unidade Produtora de Informação Particular que pode ser exemplificado pela Wikipédia.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Cidadão de Papel

Quero informar que a obra "Cidadão de Papel" de Gilberto Dimenstein ganhou uma nova edição atualizada.
Escrito pelo jornalista Gilberto Dimenstein para debater a cidadania nas salas de aula, o livro "O Cidadão de Papel" (Ática, 2011) tornou-se um clássico instantâneo. Publicado pela primeira vez em 1994, o volume completa 18 anos em 2012 e chega a sua vigésima terceira edição com textos reformulados e informações atualizadas.
Na obra, o escritor e intelectual apresenta um panorama do país, analisa as instituições responsáveis por organizá-lo e fala sobre as questões sociais mais gritantes, como a má distribuição de renda e a desigualdade social.
A obra discute o papel dos jovens como cidadãos de deveres e direitos e também analisa documentos importantes, como a "Declaração Universal dos Direitos Humanos", com o objetivo de propor reflexões sobre quais partes são respeitadas e quais são negligências pelos governantes. (Fonte: Folha de São Paulo)
Transcrição de uma edição anterior encontra-se disponível em http://www.4shared.com/office/Q6Q5v2eD/Gilberto_Dimenstein_-_O_Cidado.html.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

YouTube for Schools

O YouTube possui uma grande quantidade de vídeos excelentes que podem ser utilizados como apoio pedagógico. O que muita gente não sabe é que existe um serviço especial voltado para as escolas, o YoutTube for Schools.
No vídeo a seguir é apresentado esse serviço.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Conrad Wolfram: Teaching kids real math with computers

Gostaria de compartilhar a apresentação de Conrad Wolfram no TED intitulada "Teaching kids real math with computers" ("Ensinando para crianças a verdadeira matemática com computadores", tradução livre).
A sinopse da apresentação é
De foguetes ao mercado de ações, muitas das criações mais eletrizantes da humanidade dependem da matemática. Então por que as crianças perdem interesse por ela? Conrad Wolfram diz que a parte da matemática que ensinamos -- o cálculo manual -- não é apenas tedioso, é principalmente irrelevante à matemática real e ao mundo real. Ele apresenta a sua ideia radical: ensinar matemática às crianças através da programação de computadores. (Tradução de Mauricio Barrios)
estando disponível em http://www.ted.com/talks/lang/en/conrad_wolfram_teaching_kids_real_math_with_computers.html e também no Youtube (ver vídeo abaixo).

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Bunker Roy: Aprendendo com um movimento de pés-descalços

Ontem assisti a essa ótima apresentação de Bunker Roy ao TED. A sinopse do vídeo é:
Em Rajasthan, na Índia, uma escola extraordinária ensina mulheres e homens do meio rural - muitos deles analfabetos - a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias. Chama-se Universidade dos Pés-Descalços, e o seu fundador, Bunker Roy, explica como funciona. (Fonte: TED)
Espero que também gostem.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Computadores para Inclusão

Quando ocorre a substituição de algum equipamento eletrônico muitas vezes não sabemos o correto destino do equipamento antigo.
Para o caso de computadores existem várias entidades que recebem doações do computadores antigos e utilizam-o em projetos sociais. Um destes projetos é o "Computadores para Inclusão" que conta com o apoio do Governo Federal.
Criado em 2004, o Projeto Computadores para Inclusão - Projeto CI consiste em uma rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. [2]
O interessante deste projeto é o tratamento dado as doações:
As partes e peças não aproveitadas nos processos internos dos CRCs, ou seja , irrecuperáveis, são utilizadas em projetos de robótica, artes, produção de bijouterias e em oficinas de metareciclagem realizadas por unidades de outras ações, vinculadas às iniciativas do próprio Programa Inclusão Digital do Governo Federal. Os resíduos não aproveitáveis, em nenhum processo, são destinados a empresas certificadas de descarte de componentes eletrônicos. Garante-se, assim, a geração de renda de outros segmentos integrados à Política Nacional de Gestão de Resíduos Sólidos, e também o manuseio e destinação final segura para os elementos tóxicos contidos em determinadas partes dos equipamentos de informática. [2]
E também a promoção do software livre.

A lista dos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRC) encontra-se disponível em http://www.computadoresparainclusao.gov.br/crc/lista/. É uma lista bem pequena. Caso não exista um um CRC próximo tente a lista de entidades beneficiadas disponíveis em http://www.computadoresparainclusao.gov.br/beneficiados/ (infelizmente não é fornecido o contato das entidades mas provavelmente seja possível conseguí-lo fazendo uma busca na internet).


Fontes:
[1] http://www.computadoresparainclusao.gov.br/
[2] http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr/xowiki/computadores_para_inclusao
[3] http://www.urubatan.com.br/doao-de-computadores-e-perifricos-que-sero-direcionados-para-projetos-sociais/
[4] http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/computadores-para-inclusao

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Tommy Douglas

Assisti no fim de semana a ótima mini-série, de duas partes, "Prairie Giant: The Tommy Douglas Story Summary" produzida pela CBC. (Ver trailer)
Thomas Clement "Tommy" Douglas (Falkirk, Escócia, 20 de outubro de 1904 – Ottawa, Canadá, 24 de fevereiro de 1986) foi um pastor batista de origem escocesa que virou um proeminente político social-democrata no Canadá. Como sétimo primeiro-ministro da província de Saskatchewan de 1944 a 1961, pelo partido Co-operative Commonwealth Federation (CCF), liderou o primeiro governo socialista da América do Norte e introduziu o modelo de saúde pública universal no Canadá. Quando o CFC se uniu ao sindicato Canadian Labour Congress para formar o Novo Partido Democrático (New Democratic Party - NDP), Douglas foi escolhido como líder do novo partido a nível federal, posto em que serviu por dez anos, até 1971. Ele é lembrado por sua sagacidade e oratória, através da qual expressou seu idealismo, exemplificado pela fábula da Mouseland.
Em 2004, Tommy Douglas foi eleito o maior canadense de todos os tempos numa competição organizada pela emissora detelevisão Canadian Broadcasting Corporation. Sua candidatura foi defendida pelo repórter da CBC George Stroumboulopoulos. (Fonte: Wikipedia)
A mini-série encontra-se disponível em www.veoh.com, sendo que a primeira parte pode ser conferida aqui e a segunda aqui.
A seguir encontra-se a cena da mini-série correspondente a fábula da Mouseland.
E a seguir a cena da mini-série correspondente ao discurso de Tommy Douglas no aniversário de 50 anos do CCF.

Espero que também gostem da mini-série.